E a viagem por Havana chega ao fim

Final da viagem por Havana e já nos preparativos pra próxima, infelizmente, por problemas monetários, pois ainda não sou milionária, decidimos ir para os Estados Unidos e deixar a Ásia para o ano que vem, assim podemos conhecer melhor a Tailândia e o Vietnã, ou até o Camboja.

No próximo post conto mais para onde vamos nos Estados Unidos.

Já falei muito sobre a viagem a Havana e deixo aqui só algumas considerações finais, como os gastos da viagem e o nosso pequeno roteiro. Só posso dizer que é bem complicado ficar por lá se você for muito apegado a tecnologia e internet, pois nada funciona. Ficávamos horas escutando duas rádios do governo e foi uma experiência bem diferente.

A ilha é tranquila e voltaria pra conhecer as outras cidades, com certeza. O nosso objetivo dessa vez foi conhecer Havana e como vivem os locais, e foi muito bom, conhecemos várias pessoas e a experiência de ficar em uma casa particular foi ainda mais incrível.

Lembrando que a minha viagem foi em novembro do ano passado, portanto a cotação do dólar estava a 2,5R$ mais ou menos, realmente hoje, a situação está bem mais complicada pros brasileiros viajarem para o exterior, mas mesmo fazendo um bom planejamento e juntando dinheiro é possível, pois nós já fazíamos isso lá em 2005/2006, uma época caríssima pra se viajar.

Os gastos da viagem:

Passagens: Brasília/São Paulo: 150R$ – São Paulo/Havana/São Paulo: 1,600R$

Hospedagem: 400R$ 7 dias/noites, Transporte local: 60R$ Comida: 200R$

Passeios: 100R$, Gastos: 150R$, Visto: 45R$ – Total: 2,700R$

Até logo e nos vemos no próximo Mochilão, nos Estados Unidos.

Próxima viagem: Nova Iorque e Los Angeles.

Próximos relatos: Viagens pela Inglaterra e Fotos dos Estados Unidos.

Xochimilco e Coyoacán, dois bairros imperdíveis na Cidade do México

Depois de quase duas semanas viajando pelo México, voltamos ao Distrito Federal e fomos visitar o Mercado de Flores de Xochimilco. E que lugar lindo, é um dos lugares mais turísticos de toda a cidade, vale a pena a visita. Além desse passeio, visitamos outros lugares e o melhor é que navegamos pelo rio com as famosas “trajineras”, que são as embarcações que levam nome de mulheres. O passeio durou mais ou menos uma hora, tivemos a oportunidade de interagir com as outras pessoas, e já se vê que é um lugar muito festivo e alegre, as pessoas vão celebrar aniversários, casamentos e o passeio de domingo com a família.

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Trajineras em Xochimilco e piñata mexicana no mercado de Coyoacán.

Várias trajineras levam mariachis e cantores populares, portanto será fácil fazer o passeio com alguma música de fundo. A escolhida foi a de nome Brenda! Além de Xochimilco, conhecemos Coyoacán que agora faz parte também da região metropolitana da Cidade do México. Esse bairro é famoso, pois é onde a pintora mexicana Frida Kahlo morava com o seu marido Diego Rivera. Lá conhecemos além da Casa Azul, residência dos dois, os Mercados de Coyoacán, o Estádio Olímpico de 1968 (que já citei no post anterior sobre os estádios e a Plaza de Toros) e outra zona Arqueológica bastante importante, mas pouco divulgada.

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Xochimilco é uma das 16 áreas do Distrito Federal, fica na parte sul, bem ao lado de Coyoacán. É um local muito conhecido pelos canais, pois ali está o lago Xochimilco, famosa atração turística, repleto de turistas, famílias, festejos, é realmente uma festa!

Os canais são particularmente populares nos finais de semana e feriados, muitas famílias mexicanas e turistas alugam barcos, que podem incluir serviços de música e comida. E como ser chique é pouco, ali também foram disputadas as competições de canoagem nos jogos Olímpicos de 68. Eu adorei passar o dia por lá, comemos, compramos e me senti mais incluída na cultura mexicana. Ali também dá pra ver a apresentação dos voladores, os mesmos que vimos em frente ao museu de Antropologia.

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De lá fomos a Coyoacán que é uma das áreas mais populares fora do centrão do D.F, perto da região está a Televisa, e várias cenas das novelas são gravadas por ali pelas redondezas. Coyoacán significa “lugar de coiotes” é bem por isso que o símbolo do metrô na entrada da cidade é um coiote. É também famoso pelo seu centro histórico, os seus museus, entre os quais o Museu Frida Kahlo e o Museo León Trotsky, teatros independentes e bares, bem como por ser onde se encontram a Cidade Universitária da UNAM e o Estádio Azteca.

Passamos o resto do dia pelas feiras e encontramos um restaurante muito bacana próximo ao museu da Frida. É fácil pensar que estamos em alguma província do interior como Puebla ou Guadalajara; Coyocán não se parece em nada com a movimentada Cidade do México!

Museu de antropologia e o bosque de Chapultepec

Esse museu conseguiu bater o meu primeiro museu da lista que era o British Museum de Londres. Sem dúvida, é o museu mais completo em que já estive, e olha que ele é focado somente na cultura pré-hispânica mexicana. Já tive a sorte de conhecer vários museus pelo mundo, e este é um dos melhores. As salas Mexica, e Teotihuacana são de um detalhismo impressionante. A Piedra del Sol é um show à parte, e praticamente todas as salas têm algo especial e inconfundível. A fonte da entrada é magnífica.

Peças que eram utilizadas no jogo de futebol dos aztecas, detalhe que as cabeças passavam por ali.

O Simon se divertiu bastante e não queria deixar o museu de jeito nenhum, por ele voltaríamos no dia seguinte e no próximo. Neste museu você conhecerá mais da cultura do México e de suas civilizações, indico conhecer Teotihuacán e logo depois desfrutar do museu. O único problema é que em somente um dia não conseguimos ver tudo, assim voltamos no outro dia. Esse é um passeio que merece ser visto e revisto sem sombra de dúvidas.

São muitas salas, peças e artefatos de luta e caça, tudo muito detalhado e impressionante.

Algumas vezes é possível ver exposições itinerantes, a arquitetura do museu é espetacular, comprei algumas coisas na lojinha do museu e não me arrependi, eles oferecem algumas peças para coleção e muitos produtos artesanais. É obrigatório deixar a mochila no guarda-volumes, mas é tudo tranquilo e eles não cobram nada por isso. Não esqueça de colocar esse museu na sua lista quando visitar a Cidade do México, realmente não irá se arrepender.

Piedra do Sol, irmã, prima e marido na entrada do museu e os voladores de Paplanta. 
O valor do ingresso foi 57$ pesos mexicanos, bastante barato pelo que ele oferece.

São muitas as fotos que tirei por lá, algumas da Pedra do Sol azteca, e algumas da Sala Mexica, Teotihuacana e Tolteca. O Museu está localizado no Paseo de la Reforma bem no bairro de Polanco, fica próximo ao Bosque de Chapultepec, que em Nahuatl significa “colina do gafanhoto”, é uma grande colina no limiar da zona central da Cidade do México, encontra-se num dos extremos do Paseo de la Reforma.

Essa região é uma zona turística muito especial para os mexicanos e que data da era azteca, civilização que, na parte central da colina, se estabeleceu por volta do século XII, inclui-se o Bosque de Chapultepec que é o maior parque urbano da América Latina, onde se encontra também o Castelo de Chapultepec.

Detalhes e mais detalhes das salas no museu de antropologia, o “rei” e suas pedras preciosas cravadas pelo corpo.

O Castillo de Chapultepec é comparável em suntuosidade aos palácios da Europa, ali viveram o imperador Maximiliano e a imperatriz Carlota do México, é onde está também o Museu de História Nacional. O parque engloba também o Zoológico de Chapultepec, o parque de diversões La Feria e o Museu Nacional de Antropologia. Nesta área já foram encontradas ruínas de urnas funerárias do estilo Teotihuacán datados de cerca do século IV.

Diz-se que Huemac, o último imperador dos Toltecas, passou os seus últimos dias numa caverna em Chapultepec, após a queda da cidade de Tula. No século XIII, ele alojou os Mexicas, até que uma aliança Tepaneca que incluía Culiucán, Xochimilco e Azcapotzalco os forçou a sair do território. Uma das coisas que eu realmente acho incrível são os nomes mexicanos, eles são de uma suntuosidade e elegância sem tamanho.

Zoológico e a área do parque urbano de Chapultepec.

À época em que Tenochtitlán era a capital dos Astecas, a cidade ligava-se à Chapultepec por meio de um banco de areia, os líderes astecas tornaram a colina e a floresta circundante na sua escapatória real. O poeta-rei Nezahualcóyotl aqui construiu um palácio no século XV, bem como um aqueduto para transporte de água potável para a capital asteca. Hoje em dia, ainda se pode admirar uma escultura de Moctezuma I, embora em mau estado, cravada numa rocha de Chapultepec, perto da caverna onde, alegadamente, viveu Huemac.

Foi o rei espanhol Carlos I que declarou esse lugar como reserva natural em 1537. Durante a época colonial espanhola, os vice-reis da Nova Espanha estabeleceram o seu palácio no topo da colina, demolindo as estruturas pré-colombianas durante o processo. Mais tarde, em 1784, se construiu um castelo vice-real maior, o castelo de Chapultepec, como é conhecido hoje em dia. Nesse dia aproveitamos e conhecemos ainda o Bosque, o Castelo, o Zoológico e dois museus próximos, o de Artes e o de Antropologia.

Ali em Chaputelpec é um dos locais que as famílias mexicanas se reúnem, aproveitam os dias ensolarados e chuvosos, se confraternizam, é tocante ver como o parque lota e pode-se ver gente de todas as idades e condição social; nesse mesmo dia a chuva nos pegou desprevenidos e tomamos um baita banho, mas no final valeu muito a pena passar o dia inteiro passeando por lá.

Nota: Esse parque é gigantesco, portanto é bom se programar para aproveitar tudo o que ele tem a oferecer.

Roteiro e a hospedagem em Havana

Como eu iria pra Brasília para um treinamento em novembro, decidi esticar a algum país da América Latina que não tinha conhecido ainda, felizmente já visitei a América do Sul inúmeras vezes, mas queria muito ir a um local diferente e pouco turístico. Estava entre o México, Equador, Cuba e Costa Rica. Cuba foi a vencedora, pois encontramos preços muito bons saindo de São Paulo. Ficaremos 2 semanas, inclusive já fechei a hospedagem e alguns passeios, sempre fui muito fã dos cubanos, conheci alguns viajando e também adoro a música e a comida.

Nunca consegui realmente planejar uma viagem até lá, vontade não faltava, mas sempre tinha algum lugar que gostaria de conhecer antes. O que não falta é história nesse lugar desconhecido, e voltando de Moscou a pouco tempo, vi que fiz a escolha certa, conhecer a história in loco é um dos maiores pontos positivos em uma viagem, pelo menos pra mim.

Alguns lugares que estão na lista pra se conhecer na cidade são a famosa Plaza de la Revolución, aquela que tem as caras de Che Guevara e do Camilo Cienfuegos, esta foi construída nos anos 20 e lá era onde Fidel discursava para os seus seguidores (ou não).

Os atrativos da praça são o Memorial e a Biblioteca José Martí, o Teatro Nacional de Cuba, os Ministérios do Interior e do Centro de Telecomunicações com os famosos murais de Che e Cienfuegos. É notório entre todos os viajantes que ir a Cuba é uma volta aos anos 50, são vários carros e arquitetura ainda daquela época.

 

No centro da cidade está o Museo de la Revolución e o Museo de Bellas Artes. Um dos lugares mais conhecido e comentado é a Habana Vieja, ali é o centro arquitetônico de Havana, são mais de 900 prédios de importância histórica, uma mistura entre o neoclássico e o barroco.
Os mais importantes são os de Armas, o de San Francisco de Asís e o de la Catedral. Nesta região, há muitos museus, como o de Navegação, Del Ron, De Bellas Artes e o De la Ciudad. Nas calles Mercaderes e Obispo é fácil encontrar artesanato, feiras, cafés entre outros.

 

Sobre a hospedagem, procurei vários hostéis e hotéis, mas não encontrei muitos, os que encontrei eram caríssimos, o Meliá, um dos mais famosos, estava em média 500R$ a diária, a ilha é inacessível, procurar hospedagem em Cuba foi um pouco mais difícil do que em outros países, já que muitos sites norte-americanos de reserva e busca de hotéis e de gênero não mostram os resultados do país. Encontrei informações sobre a Casa David y Lídia em um site em francês e logo depois achei o correspondente em francês no tripadvisor.

Já tinha procurado 2 hostéis, mas não obtive resposta, dizem que é difícil o acesso à internet na ilha, portanto eles demoram bastante pra responder, só que como eu tinha urgência nas reservas, resolvi procurar casas familiares bem recomendadas, felizmente a casa estava disponível e me responderam em um dia.

Sempre faço as reservas antecipadas, mas no caso de Cuba é algo imprescindível, como eu já disse a internet por lá é escassa então é melhor ir com tudo já programado.

Em Cuba tem-se a impressão de que todo mundo tem uma atividade extra para complementar a renda, como ser taxista, receber os turistas em casa, vender tranqueiras na rua e nos mercados, além de vários quiosques, tudo com preço em CUC é claro. As residências têm uma autorização especial do regime para funcionar como pousadas e pagam uma taxa ao governo.

Em geral, o aluguel dos quartos varia de 20 a 30 CUC, muitas casas oferecem café da manhã e jantar, com pagamento à parte, a nossa ficou no valor de 25 CUCs a diária pras duas, lembrando que 1CUC é equivalente a 1$, tá mais pra franco suíço ou euro, essa moeda além de cara é engana trouxa.

Deixo por último os gastos (previsão) da viagem e o endereço da nossa casa em Havana.

Casa David y Lidia Díaz  / Calle: San Miguel #426

Entre: Lealtad y Campanario, Centro Habana. Ciudad Habana. Cuba

Teléfono: (0537)879 79 34; Móvil:(0535)2634874; Móvil:(0535)2635285

Passagens: Brasília/São Paulo: 150R$ – São Paulo/Havana/São Paulo: 1,600R$

Hospedagem: 400R$ 7 dias/noites, Transporte local: 60R$ Comida: 200R$,Passeios: 100R$, Gastos: 150R$, Visto: 45R$ – Total: 2,700R$

Panamá!



O Panamá me surpreendeu positivamente! O único problema, o calor infernal! Esse lugar conseguiu ser mais quente que o Rio de Janeiro. A moeda usada lá é o dólar americano, mas felizmente consegui umas balboas para a minha coleção, nem pense que vai receber dólares em moedas, somente balboas! O espanhol dos panamenhos se assemelha aos dos cubanos e dominicanos, bastante curioso e particular, sotaque divertidíssimo! Decidimos ir ao Panamá por conta da Copa Airlines e pois não precisávamos de visto, entretanto leve o certificado da vacina da febre amarela. Saindo do aeroporto pegamos uma van que sai direto para o hotel, o serviço é gratuito, o hotel fica a 5 minutos do aeroporto, pegamos táxi do hotel para o centro, achei o táxi bem caro, pois os valores são em dólares!


Não andamos de ônibus, mas gostei bastante, são aqueles bem antigos, cheio de cacarecos e coloridos. Achei a comida panamenha muito boa, eles não colocam pimenta como os mexicanos.

Os principais pontos turísticos são o Casco Viejo, o centro histórico da cidade, ali é possível ver além da praça principal, a Igreja marco, la Iglesia Nuestra Señora de la Merced, a Catedral Metropolitana, o Teatro Nacional, a parte moderna da cidade que é Punta Paitilla, a Eclusa de Miraflores (onde está o famoso Canal do Panamá), Amador Causeway, o Cerro Ancón, a Cinta Costera que é um calçadão à beira-mar, o Panamá Viejo além é claro do Mercado 5 de mayo! 



O prédio mais interessante é a Catedral, onde se pode entrar e subir no mirante, com ótimas vistas da cidade moderna. O horário de funcionamento do museu é das 9 às 17 horas, e do mirante da catedral no sítio arqueológico é das 8:30 às 19:30 horas.

Pra compras fomos ao shoppings locais, o Multicentro, que é o melhor, chamado de shopping dos ricos, o Albrook Mall que fica um pouco mais longe e é frequentado por los locales! O shopping mais próximo do aeroporto é o Metromall, e este só não é melhor que o Multicentro, mas é ótimo! No Panamá fiz várias compras, tanto de artesanato quanto de produtos internacionais. 











Pra voltar ao aeroporto é bom calcular o tempo do engarrafamento, demoramos mais de 40 minutos e quase perdemos nosso voo, o táxi do centro até o hotel saiu bem salgado, felizmente pegamos um transfer do hotel até o aeroporto! 

Chegue cedo, pois a fila da Copa Airlines é enorme e bastante demorada, levamos mais de 40 minutos e não se esqueça que o limite de bagagem é de 23kg, como estávamos de mochilas não tivemos com o que nos preocupar! Nossa próxima parada, o Aeroporto Internacional da Cidade do México, Benito Juarez!

O Hotel do Panamá!


Riande Aeropuerto
Como ficamos somente um dia completo no Panamá, decidimos nos hospedar em um hotel próximo ao aeroporto de Tocumen. O hotel é fantástico, o único problema é a localização, próximo ao aeroporto, mas muito longe do centro, portanto demorávamos bastante pra chegar até o centro e voltar, o trânsito na cidade é caótico. Aos que queiram ficar próximo ao aeroporto, indico 100%, as camas são imensas, confortáveis e limpíssimas, o bar do hotel é lindo e eles têm uma grande variedade de coquetéis e cervejas latinas. Eles possuem outras filiais pela cidade, inclusive um dos hotéis casino fica no centro próximo ao Casco Viejo. Como já comentei, este fica a 5 minutos de carro do Aeroporto Internacional de Tocumen, é moderno e oferece serviço de translado gratuito de ida e volta para o hotel. 

Outro grande atrativo do local é o jardim e a piscina, esse hotel é um dos mais bonitos em que já me hospedei é classificado como 4 estrelas. No quarto, que é bastante elegante, tem TV de tela plana (yay, TLN e canais latinos) e ar condicionado (importantíssimo), o banheiro possui uma banheira gigante além de vários produtos próprios do hotel, eles oferecem secador e muitas toalhas!






O bar da piscina toca música dançante e oferece happy hours especiais. Você também pode experimentar os pratos da cozinha local no Café La Veranda, aberto 24 horas por dia. 
O café da manhã foi um dos melhores da viagem sem dúvida, café continental nada apimentado. 
Pagamos muito pouco em uma promoção da decolar.
Algumas fotos são do site do próprio hotel.

Veja mais informações no site do booking:
http://www.booking.com/hotel/pa/riande-aeropuerto-resort.pt-br.html

Conexão no Panamá e o Aeroporto de Tocumen!


Em julho do ano passado fiz um Mochilão pela América Central, mais precisamente pelas Cidade do Panamá e Cidade do México! Chegamos ao aeroporto de Tocumen para a nossa conexão e na volta ficamos 2 dias no país. O Aeroporto do Panamá é um dos melhores da América Latina, é chamado de o HUB das Américas, pois a maioria dos voos que saem da América do Sul e até alguns da África e dos Estados Unidos fazem conexões por lá. Posso dizer que gostei bastante e os preços são bem mais baratos que no Brasil. O Aeroporto Internacional Tocumen está localizado a 24 km da Cidade do Panamá, é o principal aeroporto da capital, e ali é a sede da Copa Airlines, empresa na qual viajamos para o México, posso dizer também que gostei bastante da companhia aérea.


Passamos pelo Panamá duas vezes, na ida o tempo de conexão foi pouco, mas na volta decidimos ficar 2 dias. Veja o tempo de conexão, pois dependendo do tempo eles nem liberam a saída. 

Coloque umas 4 horas no mínimo pra imigração, saída e volta até o centro, e o tempo para compras ou pra conhecer Panamá Viejo. A gente demorou muito pra voltar, tanto por conta do trânsito e do taxista quanto dos pedágios, o aeroporto fica bem longe do centro. 





O aeroporto da Cidade do Panamá tem uma quantidade considerável de lojas, mas nem se compara com os grandes shoppings da cidade, uma ótima opção é o Metromall, este fica muito próximo do aeroporto e do hotel em que nos hospedamos, é fácil encontrar as grandes marcas com preços bem mais baratos que no Brasil, tem uma van que sai do aeroporto direto ao shopping e é de graça, passa a cada 30 minutos. O outro shopping que fomos é o fantástico Multiplaza Pacific Mall, sem comentários, um dos melhores shoppings que já fui.

Diversas agências de turismo panamenhas oferecem passeios pela cidade, os principais pontos turísticos são o Casco Viejo, com seus casarões coloniais, as ruínas do Panamá Viejo, o Cerro Ancon, que oferece uma vista panorâmica da cidade e a avenida Amador Causeway, uma rua estreita que separa a entrada do canal do oceano, o mais indicado pra quem vai ficar pouco tempo são os tours privados, ou contratar um táxi, a média é de 100U$ pela diária. Muitas pessoas contratam motorista, assim podem conhecer a cidade durante o dia, é bem tranquilo achar referências no trip advisor. Pra terminar, ficamos em um ótimo hotel próximo ao aeroporto, o Riande Aeropuerto Hotel, indicação mais do que aprovada!
Note to myself: Não vejo a hora de comer no Dunkin’ Donuts novamente!